ANNA MOMOTOVA

Nasceu há vinte e três primaveras, nas profundezas das montanhas dos Carpatos, onde aprendeu a caçar veados e ursos pardos (mas secretamente se dedicava a alimentar ouriços com panquecas caseiras). Cansada da vida rustica, em busca de aventura, esgueirou-se a bordo de Potemkin e rumou em direcção à Portugal.

Fascinada pelas relações internacionais, cedo compreendeu que havia mais terras para descobrir, além da Serra de Monsanto, onde se licenciou nessa área. O seu percurso académico passou desde então por Estudos Estratégicos e Segurança (onde aprendeu os segredos mais bem guardados dos grandiosos estrategas da Península Ibérica), bem como Guerra de Informação (essa parte é segredo!).

Foi no outono de dois mil e treze, enquanto co-fundadora da Sociedade de Debate da Universidade de Lisboa e, depois do seu primeiro torneio em Coimbra em Abril do ano seguinte, não resistiu às amarras do Debate Competitivo em Portugal. Desde aí destacou-se em dezenas de mesas de adjudicação tanto portuguesas como gregas (Open de Belém I e II, Torneio de Coimbra II e III, Porto Pop Culture’14, Torneio de Debates Admirável Mundo Novo, Open do Minho’15, Thessaloniki WUDC 2016), e foi premiada com algumas das mais honrosas experiências de CA-Team (Open de Belém II, TORNADU’15, Terramotu’15, e Torneio de Debates de Relações Internacionais’16). Aquela que guarda com mais carinho é, sem dúvida, a do TORNADU’15. Porém, não se deixou ficar pela adjudicação e, enquanto oradora, conquistou as semi-finais do Torneio de Coimbra IV e do Open de Belém IV. Chegou também à final do TORNADU’16, mas foi na grande final do Porto Open’16 que se sagrou vencedora do torneio. Esteve intimamente ligada à organização de diversos eventos (Gala do CNADU II, Open de Belém I e II, conferências, etc), simulações (G20 e Parlamento Europeu) e workshops (de debate, adjudicação, desigualdades sociais, relações internacionais entre outros).

Acredita que “somos aquilo que fazemos” e, no mundo debatístico, tornou a sua missão a luta pela justiça, verdade e pelo mais puro dos debates. Como Convenor deste evento promete dedicar todos os bocadinhos de si para que se sintam motivados, satisfeitos e, acima de tudo, felizes neste nosso (e, acima de tudo, vosso) TORNADU!

 

AFONSO HERMIDA

Foi no início de 2015 que o grumete Hermida foi recrutado pela Companhia de Debates Académicos de Lisboa para se juntar aos mais experientes capitães na busca do Debate Perfeito. O grumete navegou e navegou durante algum tempo e foi ganhando experiência ao conviver com os velhos Lobos-do- mar. O quase semi-experiente grumete decidiu um dia aventurar-se nos mares da adjudicação, gostando bastante de os navegar, e foi premiado pelo grandioso galhardete de Break de Adjudicação do Porto Open’16 (que ainda hoje guarda debaixo da almofada!). Certo dia, o navio fundeou na ilha do Lisbon Open e o rapaz decidiu dedicar-se ao tráfico legal de voluntários indefesos. Sendo um bom negociante nesta arte, o grumete ficou com a importantíssima tarefa de arranjar os melhores voluntários que a persuasão pode comprar, para que o grande navio Tornadu’17 sem problemas possa zarpar!